Malagueta, Perus e Bacanaço MOBI ô Malagueta, Perus


Malagueta, Perus e Bacanaço [PDF] ❤ Malagueta, Perus e Bacanaço By João Antônio – Thomashillier.co.uk Livro de estreia em que Jo o Antonio, aos anos, viu se imediatamente apontado pela cr tica como sucessor da tradi o fundada por M rio de Andrade e Ant nio de Alc ntara Machado, na qual a literatura e Livro de estreia em que Jo o Antonio, aosanos, viu se imediatamente apontado pela cr tica como sucessor da tradi o fundada por M rio de Andrade e Ant nio Malagueta, Perus MOBI :↠ de Alc ntara Machado, na qual a literatura e a capital paulistana s o indissoci veis Os contos de abertura equilibram com maestria a emotividade de hist rias simples e uma not vel aus ncia de sentimentalismo Os ltimos instauram aquele que seria um dos temas primordiais da obra do escritor o mundo da sinuca e da malandragem, com seus tipos, sua tica, sua est tica, por meio de uma estiliza o brilhante da linguagem oral Acompanha a edi o um encarte, com fotos in ditas e um pequeno relato sobre as circunst ncias em que o escritor comp s a antologia que at hoje considerada sua obra prima O encarte traz, ainda, a narrativa que constituiu a g nese do conto t tulo do volume, Malagueta, Perus e Bacana o.


10 thoughts on “Malagueta, Perus e Bacanaço

  1. Rafael Parreira Rafael Parreira says:

    Os contos narram as hist rias de personagens pouco conhecidos da S o Paulo de hoje o povo da periferia, da vida mansa e, s vezes, malandra Acho que gostei muito das hist rias porque mostram um outro lado da cidade al m do tr nsito, empresas, correria, progresso A linguagem utilizada bem caracter stica das ruas, l ngua falada, ainda mais nos dois ltimos contos, sendo o que d t tulo ao livro o melhor.


  2. Carlos Freitas Carlos Freitas says:

    Destaque para o conto titular, e como a rela o entre os tr s malandros vai se formando e se transformando ao longo da hist ria.


  3. Marcus Gasques Marcus Gasques says:

    Algu m pode afirmar que conhece de fato a cidade onde vive Saiu de seus caminhos e destinos habituais para conhecer os bairros de m reputa o, a pobreza, a mis ria conhecida apenas pelo notici rio da TV, as pessoas com as quais n o se quer cruzar na cal ada, aquelas que em grupos num shopping viram not cia Pois uma S o Paulo assim que Jo o Ant nio revela em Malagueta, Perus e Bacana o Em nove contos, o livro acompanha a vida dos desfavorecidos, vagabundos e malandros da cidade no fim dos Algu m pode afirmar que conhece de fato a cidade onde vive Saiu de seus caminhos e destinos habituais para conhecer os bairros de m reputa o, a pobreza, a mis ria conhecida apenas pelo notici rio da TV, as pessoas com as quais n o se quer cruzar na cal ada, aquelas que em grupos num shopping viram not cia Pois uma S o Paulo assim que Jo o Ant nio revela em Malagueta, Perus e Bacana o Em nove contos, o livro acompanha a vida dos desfavorecidos, vagabundos e malandros da cidade no fim dos anos 1950 e in cio da d cada de 60 O autor usa a linguagem da periferia e a g ria da malandragem com propriedade, pois ele mesmo esteve muito pr ximo de seus personagens Frequentou sal es de sinuca onde se misturavam os ot rios que perdiam dinheiro para os jogadores de sinuca cheios de picardia, desocupados, prostitutas, alco latras e policiais corruptos.Jo o Ant nio descreve uma S o Paulo rom ntica, iluminada por l mpadas de luz amarelada, onde carros de pre o nem fazem parte da ambi o dos oper rios de baixo sal rio e desocupados A alternativa andar, caminhar muito Ou, quando as coisas est o melhores, pegar um carro de pra a E o leitor levado junto, por bairros conhecidos e ruas suspeitas de uma cidade onde as drogas da poca eram a cacha a e a maconha, que deixava as pessoas loucas


  4. Felipe Almeida Felipe Almeida says:

    Maravilhoso


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